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Terminal Ferroviário de Bação (TFB) fortalece vínculos culturais e sociais em Itabirito

O Terminal Ferroviário de Bação (TFB) tem se destacado por seu comprometimento com a valorização da cultura e o desenvolvimento socioeconômico na região de São Gonçalo do Bação, em Itabirito.

Por meio do informativo “Trilhas do TFB”, a empresa compartilha suas iniciativas e realizações, evidenciando o impacto positivo nas comunidades locais.

Dentre as atividades promovidas pelo TFB, destaca-se a valorização da cultura local, com o apoio a artesãs de São Gonçalo do Bação e do Saboeiro que mantêm viva a tradição do artesanato em bambu e taquara.

Além disso, o terminal tem apoiado eventos e ações que promovem conscientização, solidariedade e aprendizado, como a 1ª Caminhada pelo Outubro Rosa, feiras comunitárias, cursos de capacitação, festas para crianças e iniciativas que celebram datas importantes, com o Dia das Crianças e o Natal nas comunidades de Saboeiro, Macedo, Teixeiras e Mangue Seco..

O TFB não apenas se envolve em atividades culturais, mas também busca fortalecer os laços com a comunidade local. A inauguração de um espaço para cursos e acesso gratuito à internet, a parceria com o Coral Canarinhos de Itabirito e a realização de eventos festivos em conjunto com organizações como o Renova São Gonçalo demonstram o comprometimento da empresa com o bem-estar da população.

Além disso, o TFB compartilha sua visão sobre a importância do transporte ferroviário na construção do futuro, evidenciando seu papel como agente de desenvolvimento que busca equilibrar o progresso com a preservação ambiental.

Com ações focadas em responsabilidade social, controle ambiental e estímulo à economia local, o TFB se consolida como um exemplo de empreendimento que visa contribuir positivamente para a comunidade e o meio ambiente em que está inserido.

Confira abaixo os informativos do TFB:

 

Um comentário

  1. Matéria muito bonita, porém esqueceram da minha mãe , dona Ana Célia, inclusive um abajur que está aí foi ela quem fez, acho que a Eunice esqueceu de menciona la ,olha que ela mora pertinho da cada da Oliveira, minha mãe tem 74 anos, ainda trabalha bastante, vendendo sua arte para lojistas do mercado central de Belo Horizonte …

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