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Corpo de motorista de aplicativo assassinado em Itabirito será sepultado nesta sexta-feira em BH

O corpo de Leone Lucas dos Santos, motorista de aplicativo de 22 anos, encontrado morto em um rio no distrito de Marzagão, em Itabirito, Região Central de Minas Gerais, será sepultado nesta sexta-feira, 05 de janeiro de 2024, no Cemitério da Paz, em Belo Horizonte. O velório foi iniciado por volta das 9h30 e o enterro será às 11h30.

O jovem, residente no Aglomerado da Serra, na Região Centro-Sul de BH, estava desaparecido desde 28 de dezembro, após aceitar uma corrida da capital para a rodoviária de Itabirito. O corpo foi localizado seis dias depois, evidenciando sinais de enforcamento.

Segundo as investigações da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), duas irmãs, Jennifer Caroline Ribeiro, de 29 anos, e Pamella Priscila de Oliveira Ribeiro, de 31 anos, um homem, Jocimar Dias Pereira, de 25 anos, e um adolescente, S.M.R., de 16 anos, solicitaram o serviço de transporte após enfrentarem problemas com o próprio veículo no Anel Rodoviário, na madrugada de 28 de dezembro, próximo ao bairro Olhos D’água, em Belo Horizonte.

Diante do temor de um possível golpe, Leone solicitou o pagamento antecipado de parte da corrida até Itabirito. Uma das mulheres efetuou um PIX no valor de R$ 100. Durante o trajeto, ao parar para abastecer, os suspeitos elaboraram o crime e o executaram.

O delegado Fábio Alexandre Csisze, responsável pelo caso, revelou que o homem mais velho simulou um mal-estar, induzindo o motorista a parar o veículo após passarem por uma barreira policial. Nesse momento, o suspeito mais jovem, utilizando uma blusa como corda, enforcou Leone. Posteriormente, o quarteto levou o veículo até uma rua de terra nas proximidades do rio Itabirito, onde a vítima foi enforcada novamente e jogada no rio. Os criminosos fugiram com algumas moedas do motorista.

Os suspeitos pelo crime se entregaram à Polícia Civil, após receberem ameaças de morte de traficantes do Aglomerado da Serra. A prisão em flagrante dos três envolvidos foi convertida em prisão preventiva. Já a situação do menor é desconhecida, em virtude das diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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