
O vereador Anderson do Sou Notícia comentou sobre o desfecho trágico do caso envolvendo o desaparecimento de Francineuma Barbosa de Souza Alves, em Itabirito. O marido da vítima foi preso por suspeita de feminicídio e ocultação de cadáver. O parlamentar afirmou que acompanhou o caso desde o início e que o assunto foi debatido diversas vezes no programa Jornal Sou Notícia.
Segundo Anderson, há cerca de um ano e dois meses ele já fazia cobranças públicas por respostas e defendia uma investigação mais aprofundada sobre o desaparecimento, sendo o Sou Notícia o único portal que acompanhou o caso, fazendo contato com familiares da vítima e dando espaço para que as circunstâncias fossem esclarecidas.
“Desde o início do sumiço, o desaparecimento de Francineuma foi assunto no programa Jornal Sou Notícia diversas vezes. Infelizmente o caso teve um desfecho trágico”, afirmou.
O vereador destacou que foi um dos que mais cobrou a atuação das autoridades durante o período de investigação.
“Eu fazia duras cobranças pelo sumiço desta mulher. Cheguei a pedir para a polícia cobrar e investigar o marido. Eu fui um dos que mais cobrei da Polícia Civil. E hoje eu agradeço a eles pelo empenho em investigar e prender o marido”, declarou.
Em entrevista, o apresentador Anderson Martins também falou sobre as críticas que recebe por sua postura de cobrança e fiscalização.
“Tem gente que pergunta por que às vezes sou processado, denunciado ou criticado. A resposta é simples: porque escolhi não me calar”, disse.
Ele afirmou que, como repórter, apresentador e homem público, costuma levantar questionamentos e cobrar respostas quando identifica situações que considera importantes para a população.
“Foi assim em casos que geraram comoção na cidade, foi assim quando cobrei apuração sobre desaparecimentos e também quando denunciei situações que, na minha visão, precisavam ser melhoradas no atendimento público”, comentou.
Anderson ressaltou que cobranças fazem parte do papel de quem busca representar a população.
“Nem sempre quem fala o que pensa agrada. Cobrar incomoda. Fiscalizar incomoda. Dar voz aos menos favorecidos incomoda. Mas uma coisa eu aprendi: defender pessoas e buscar respostas não pode ser confundido com perseguição”, afirmou.
O vereador reforçou que pretende continuar acompanhando situações que envolvam o interesse público.
“Meu compromisso sempre foi com a verdade, com responsabilidade e dentro da lei. Continuarei acreditando na Justiça, no trabalho sério das autoridades e, acima de tudo, na justiça divina”, finalizou.















