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Idoso que passou mal em Itabirito sofre paradas cardíacas, é reanimado e está em estado gravíssimo

O idoso que passou mal na manhã deste domingo (2), no bairro São José, em Itabirito, não morreu. Informações atualizadas apontam que o homem sofreu três paradas cardíacas após chegar à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e está em estado gravíssimo.

O paciente chegou a ficar sem sinais vitais, mas foi reanimado pela equipe médica. A situação permanece crítica e o homem segue recebendo atendimento na unidade.

A informação inicial de que o idoso havia morrido foi divulgada com base no quadro apresentado no momento da ocorrência. Após a chegada à UPA, no entanto, o homem foi reanimado, o que alterou a situação clínica inicialmente informada.

O caso também voltou a colocar em discussão o tempo de resposta do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Itabirito. O vereador Anderson Martins esteve no local e afirmou que o socorro teria levado cerca de 28 minutos para chegar.

Segundo o parlamentar, a base do Samu fica a aproximadamente três minutos do Supermercado Opção, nas proximidades do local onde o idoso passou mal.

Enquanto aguardavam a chegada do atendimento, Anderson Martins e uma enfermeira que deixava o plantão na UPA realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar na tentativa de manter o homem com vida.

A Brigada Municipal também foi acionada e, conforme relatado pelo vereador, chegou ao local cerca de dois minutos e meio após ser chamada.

Anderson voltou a criticar a atuação da Central de Regulação do Samu. De acordo com ele, o excesso de questionamentos durante o contato telefônico pode contribuir para atrasos no envio das equipes.

“O atendimento da central é muito burocrático. Eles fazem muitas perguntas e, nisso, passam 15, 20 minutos.”

O vereador afirma que vem cobrando, de forma recorrente, melhorias no serviço do Samu em Itabirito, especialmente em relação ao tempo de resposta. Para ele, o episódio deste domingo reforça uma preocupação que já vem sendo levada ao poder público.

O parlamentar também relatou que, na última quinta-feira, outro caso envolvendo uma mulher teria registrado problemas semelhantes no bairro São José.

Uma vida que ainda está em risco

Com a atualização do quadro clínico, o caso deixa de ser uma ocorrência com desfecho fatal e passa a ser uma situação de extrema gravidade, com o idoso lutando pela vida após três paradas cardíacas.

Ao mesmo tempo, permanece o questionamento sobre o tempo de resposta do atendimento de urgência e emergência no município, uma cobrança que, segundo Anderson Martins, vem sendo feita repetidamente, mas ainda não resultou nas mudanças esperadas no funcionamento do serviço.

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