Operação Baco apreende mais de 182 mil litros de bebidas irregulares em Minas e prende 18 pessoas
O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp MG), concluiu a Operação Baco após 40 dias de ações intensivas contra o comércio ilegal de bebidas alcoólicas no estado. A força-tarefa resultou na apreensão de mais de 182 mil litros de bebidas irregulares e na prisão de 18 adultos, além da apreensão de um adolescente. Quase 4 mil recipientes foram inutilizados durante a operação.
Os resultados foram apresentados nesta quarta-feira (19), em coletiva de imprensa realizada em Belo Horizonte. A operação, iniciada em 9 de outubro, teve como objetivo principal combater o contrabando, a falsificação e a adulteração de bebidas, protegendo a saúde do consumidor e coibindo práticas ilícitas no setor.
Segundo a Sejusp, a etapa de inteligência foi decisiva para identificar pontos de comercialização clandestinos e retirar do mercado um grande volume de produtos irregulares. Foram apreendidos 182.847,72 litros de bebidas sem procedência ou com indícios de adulteração. Além disso, 1.204 recipientes, entre garrafas, barris e galões, foram apreendidos, enquanto outros 3.958 foram inutilizados por apresentarem irregularidades.
Ao todo, 522 estabelecimentos foram fiscalizados em diferentes regiões do estado. As ações culminaram na prisão de 18 adultos, na apreensão de um adolescente, na instauração de 17 inquéritos e na lavratura de nove prisões em flagrante.
A Operação Baco contou com a integração de 12 instituições policiais e órgãos de fiscalização estaduais e federais. No total, 793 servidores participaram dos trabalhos, utilizando 315 viaturas.
Entre os órgãos envolvidos estavam a Polícia Militar (PMMG), a Polícia Civil (PCMG), a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), a Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Também participaram instituições federais, como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Federal (PF), a Receita Federal (RFB) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
















