Perdeu a prótese, perdeu o controle e ganhou uma ocorrência policial em Ouro Preto
Segundo relatos registrados pela polícia, discussão teria envolvido prótese dentária, controle remoto, socos e uma garrafa quebrada antes de terminar na delegacia.

Uma ocorrência de violência doméstica atendida pela Polícia Militar em Ouro Preto teria começado de uma maneira bastante inusitada: uma discussão envolvendo uma prótese dentária e o controle remoto da televisão.
Segundo o relato apresentado por uma mulher aos policiais, o companheiro teria pegado a prótese e o controle e escondido os objetos após ela chegar tarde em casa. Conforme a versão apresentada, a atitude teria sido uma forma de vingança.
Ainda segundo o relato, durante a discussão teriam ocorrido ameaças de agressão física e comentários relacionados ao filho da mulher, que havia sido assassinado. Ela teria informado que a situação lhe causava constrangimento e abalo emocional.
A mulher também relatou aos policiais que, durante a discussão, teria dado socos no companheiro por estar nervosa. Posteriormente, segundo sua versão, teria quebrado uma garrafa e partido em direção ao homem com a intenção de intimidá-lo e fazer com que ele devolvesse a prótese.
O homem, por sua vez, apresentou uma versão diferente. Segundo o registro, ele teria negado ter escondido a prótese e também negado as acusações de violência psicológica. Ele teria relatado que foi agredido com socos e apresentava escoriações no braço esquerdo.
Apesar de relatar as supostas agressões, o homem teria informado que não tinha interesse em representar contra a mulher.
Durante o atendimento, os policiais relataram que a mulher estava bastante abalada emocionalmente e chorava intensamente.
Diante dos fatos registrados, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil de Ouro Preto, onde o caso ficou à disposição das autoridades.
A ocorrência reúne versões diferentes dos envolvidos e os fatos deverão ser apurados pelas autoridades competentes. A prisão e o registro da ocorrência não representam, por si só, uma conclusão definitiva sobre a responsabilidade pelos fatos.
















