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Repórter da Band Minas está em coma após grave acidente que matou cinegrafista na BR-381

A repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, que estava no carro de reportagem da Band Minas envolvido em um grave acidente na BR‑381, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está em coma. A informação foi confirmada por uma tia da jornalista.

Segundo a familiar, Alice está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII, na Região Centro-Sul da capital mineira. A repórter passou por exames que constataram traumatismo craniano, além de fraturas pelo corpo.

Alice estava no carro da emissora que bateu de frente com um caminhão no início da tarde desta quarta-feira (15). O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos, que dirigia o veículo, morreu no local.

A equipe retornava para Belo Horizonte após realizar uma reportagem sobre a importância da duplicação da BR-381 para a redução do número de acidentes na rodovia.

Em nota, a Band Minas informou que “lamenta profundamente o ocorrido” e afirmou que já está prestando assistência aos familiares das vítimas. A emissora também declarou que aguarda a investigação para esclarecer as causas do acidente.

A Polícia Civil de Minas Gerais requisitou a presença da perícia no local para coletar vestígios que irão subsidiar a investigação. A instituição informou que irá apurar as causas e circunstâncias do acidente.

Natural de Belo Horizonte, Alice Ribeiro é casada e mãe de um bebê de 10 meses. Formada pela PUC Minas em 2015, ela foi estagiária na TV Globo Minas, na TV Alterosa e na RecordTV Minas.

Após a graduação, trabalhou em produtoras independentes e atuou como repórter na TV Leste, em Governador Valadares, e também na Rede Bahia. Em 2021, ingressou na Band, onde trabalhou em Brasília e, desde agosto de 2024, atuava em Belo Horizonte.

Rodrigo Lapa, de 49 anos, era natural de Porto Alegre e deixou esposa e uma filha de 6 anos. Ele trabalhou na Band Minas entre 2022 e 2024 e retornou à emissora em dezembro de 2025.

Durante sua trajetória, participou de coberturas importantes, como o carnaval de Belo Horizonte e a tragédia das chuvas na Zona da Mata mineira. Além da atuação no jornalismo, Rodrigo também era palhaço de formação e levava a arte circense para crianças hospitalizadas.

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